Modelo de Petição: Recurso Administrativo Concurso Público - Prova psicotécnica - Indisponibilidade dos laudos psicotécnicos - Cerceamento de defesa

À Ref. Concurso Público para o cargo de - Edital nº Verificar a existência de formulário padrão disponibilizado pela Banca - Seguir as normas e prazos do Edital. Em diversos certames é VEDADA toda e qualquer identificação do candidato. Importante guardar o protocolo prova de entrega na banca para eventual ação judicial. inscrito no CPF sob nº residente e domiciliado na vem à presença de Vossa Excelência propor

RECURSO ADMINISTRATIVO

Em face da decisão de reprovação na fase psicotécnica pelos fatos e motivos que passa a expor.

DOS FATOS

O Recorrente prestou Concurso Público em       para o provimento de     vagas para o Cargo de   Edital nº     inscrição nº      . Após alcançar a   colocação foi aprovada para as fases seguintes sendo s urpreendida com a reprovação na fase psicotécnica sem qualquer justificativa. Diante da previsão de realização de um novo teste foi convicta que teria um novo resultado e que se tratava apenas de algum equívoco.  No entanto espantosamente o resultado foi o mesmo INAPTO . Irresignado com o resultado a Autora buscou ter acesso do laudo que concluiu pela sua inabilitação momento que teve negado o esse direito sendo informada que  seria fornecido somente pela via judicial. Fato é que não apenas foi lhe negado o acesso ao laudo como também foi lhe cerceado qualquer possibilidade de recurso à decisão tomada afinal como recorrer daquilo que se desconhece? Diante desta irregularidade e da nítida incongruência do resultado à realidade o Recorrente buscou maiores informações sobre os critérios e procedimentos utilizados e verificou a existência de inúmeras ilegalidades no método e procedimento adotados quais sejam Ausência de previsão legal para o perfil estabelecido no edital Métodos de avaliação incompatíveis ao perfil previsto no edital em manifesta demonstração de subjetividade Cerceamento ao contraditório e à ampla defesa diante da negativa de acesso aos laudos com o motivo da eliminação. Tais evidências maculam o ato administrativo conduzindo-o à sua NULIDADE. A decisão que eliminou o candidato foi tomada ao arrepio de princípios constitucionais que regem todo e qualquer ato público tais como o da LEGALIDADE da MOTIVAÇÃO da PUBLICIDADE da FORMALIDADE e do DEVIDO PROCESSO LEGAL .

Da ausência de previsão legal para o perfil previsto no edital

Ao elaborar um concurso público a Administração Pública objetiva a seleção do candidato mais apto a assumir o cargo conforme leciona Marçal Justen Filho “ O concurso público visa a selecionar os indivíduos titulares de maior capacidade   para o desempenho das funções públicas inerentes aos cargos ou empregos públicos.   Isso impõe um  vínculo de pertinência e adequação  entre as provas realizadas e as qualidades reputadas indispensáveis para o exercício das funções inerentes ao cargo ou emprego. ... in  Curso de Direito Administrativo 8ª ed. pg.860 Para tanto as provas são elaboradas de forma a aferir o conhecimento aptidão  física e por fim identificar se o candidato não tem nenhuma patologia psicológica para exercer o cargo . E esta é a única finalidade da lei. O candidato demonstrou atender perfeitamente as condições intelectuais e físicas necessárias ao cargo. No entanto foi  eliminado   unicamente por não atender a  um perfil designado no edital e alterado no decorrer do processo. No entanto Lei que criou o cargo     LIMITOU-SE A EXIGIR APTIDÃO PSICOLÓGICA E  NÃO ESPECIFICOU QUALQUER PERFIL AO EXERCÍCIO DA ATIVIDADE   vejamos     Eis o  único momento   em que a legislação versa acerca da avaliação psicológica   não dispondo de qualquer perfil específico ao cargo   – situação diga-se que vicia qualquer previsão neste sentido. Há que se salientar que os exames psicológicos devem tão somente propiciar a  EXCLUSÃO DE PERFIS EXTREMOS   DISTANTES DA NORMALIDADE consoante a lição do ilustre jurista Celso Antônio Bandeira de Mello “Exames psicológicos só podem ser feitos como meros exames de saúde na qual se inclui a   higidez mental dos candidatos ou no máximo – e ainda assim apenas no caso de certos cargos ou empregos – para  identificar e inabilitar pessoas cujas características psicológicas revelem traços de personalidade incompatíveis   com o desempenho de determinadas funções.” in  Regime Constitucional dos Servidores da Administração Direta e Indireta. RT SP pg. 48/50 A propósito em outra obra do mesmo autor “Os concursos públicos devem dispensar tratamento impessoal e igualitário aos interessados. Sem isto ficariam fraudadas suas finalidades. Logo são inválidas disposições capazes de desvirtuar a objetividade ou o controle destes certames. É o que injuridicamente tem ocorrido com a introdução de exames psicotécnicos destinados a excluir liminarmente candidatos que não se enquadrem em um pretenso ‘perfil psicológico’ decidido pelos promotores do certame como sendo o ‘adequado’ para os futuros ocupantes do cargo ou do emprego.  Exames psicológicos só podem ser feitos como meros exames de saúde na qual se inclui a higidez mental dos candidatos ou no máximo   – e ainda assim apenas no caso de certos cargos ou empregos – para identificar e inabilitar pessoas cujas características psicológicas revelem traços de personalidade incompatíveis com o desempenho de determinadas funções.” Curso de Direito Administrativo p. 267 21ª ed. São Paulo Malheiros 2006 . No mesmo sentido Alessandro Dantas e Francisco Fontinele asseveram A doutrina e a jurisprudência são claras e cristalinas no sentido de que  o exame psicotécnico não pode ser utilizado como teste profissiográfico mas  somente com o objetivo de avaliar se o candidato é portador de algum traço patológico ou exacerbado a níveis extremados e portanto incompatível com determinado cargo ou função . in  Concurso Público. Direitos Fundamentais dos Candidatos. Ed. Método. Pg. 152 E tal caso sem dúvidas   não é o da Autora tendo sua  aptidão comprovada pelo laudo realizado . Os exames psicotécnicos devem ser baseados em critérios científicos e respaldados por lei. Este é o cristalino entendimento de ampla jurisprudência CONCURSO PÚBLICO. ANULAÇÃO DE ATO ADMINISTRATIVO.  CARGO DE AGENTE PENITENCIÁRIO DA SUSEPE. INAPTIDÃO EM TESTE PSICOLÓGICO.   LAUDO CONCLUSIVO QUE APONTA PARA PERFIL PRÉVIO. VIOLAÇÃO AO DIREITO DE ACESSO A CARGOS PÚBLICOS. REALIZAÇÃO DE NOVO EXAME PELO DMEST. RESULTADO QUE CONCLUIU PELA APTIDÃO DA CANDIDATA. SENTENÇA DE PROCEDÊNCIA MANTIDA. 1. A exigência de exame psicológico é legítima artigo 4º da Lei-RS nº 6.502/72 alterada sua redação pela Lei-RS nº 8.912/89 sendo que  a natureza de tais exames é apta a revelar indivíduos padecentes de distúrbios sérios como a agressividade exagerada para quem ambiciona cargo como o de Agente Penitenciário hipótese dos autos. 2.  Contudo não se admite o estabelecimento prévio de um perfil psicológico em que os candidatos devam se encaixar para conseguirem aprovação.   Os exames têm que ser objetivos fundamentada a análise dos resultados aceita pela comunidade científica os métodos coerentes os campos investigados quais sejam o parecer psicológico e os métodos utilizados pela banca para teste motivação que não ocorreu na hipótese dos autos. Conclusão do exame pela não-indicação da candidata que fundamenta a inaptidão em estabelecimento de perfil prévio. Realização de novo exame psicotécnico que concluiu pela aptidão da candidata e possibilitou a sua nomeação e posse. Exercício do cargo há quase dez anos que demonstra a aptidão nesse lapso de tempo. Sentença de procedência mantida. APELAÇÃO IMPROVIDA. Apelação Cível Nº 70030541270 Terceira Câmara Cível Tribunal de Justiça do RS Relator Nelson Antônio Monteiro Pacheco Julgado em 17/05/2012 AGRAVO DE INSTRUMENTO. CONCURSO PÚBLICO. CBMDF. PERFIL PROFISSIOGRÁFICO. SUBJETIVIDADE. 1.  A AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA DEVE TER POR OBJETO A HIGIDEZ MENTAL DO CANDIDATO DE MODO A DETECTAR MEDIANTE CRITÉRIOS OBJETIVOS PROBLEMAS PSICOLÓGICOS QUE POSSAM COMPROMETER O EXERCÍCIO DAS FUNÇÕES DO CARGO EM DISPUTA.   2 . INADMISSÍVEL PARA TAL FIM A AFERIÇÃO DE PERFIL PROFISSIOGRÁFICO MARCADO POR ACENTUADA SUBJETIVIDADE   E POR ISSO MESMO PROPENSO EM TESE AO ARBÍTRIO E AO PRECONCEITO COM FLAGRANTE OFENSA ÀS DIRETRIZES CONSTITUCIONAIS QUE DEVEM NORTEAR A ATIVIDADE ADMINISTRATIVA. TJ-DF - AGI 20130020162243 DF 0017091-83.2013.8.07.0000 Relator ANTONINHO LOPES Data de Julgamento 30/04/2014 4ª Turma Cível Data de Publicação Publicado no DJE 16/06/2014 . Pág. 93 CONSTITUCIONAL. ADMINISTRATIVO. AÇÃO ORDINÁRIA. CONCURSO PÚBLICO. ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL. EXAME PSICOTÉCNICO. ... . 2.  Viola contudo a CF/88 a realização de psicotécnico cujo escopo não é aferir a existência de traço de personalidade que impeça o regular exercício do cargo mas a adequação do candidato ao ‘perfil profissiográfico’ sigiloso não previsto em lei...”  3. Apelação e remessa oficial não providas. AC 2002.34.00.023602-4/DF. Rel. Juiz Federal João Carlos Costa Mayer. 6ª Turma. 14.03.05 Demonstra-se claramente que a Autora  possui plena higidez psíquica não apresentando quaisquer distorções que venham a prejudicar o desempenho do cargo pretendido comprovando assim a  subjetividade com que foi realizado seu exame .

Do cerceamento ao contraditório e à ampla defesa - acesso aos laudos conclusivos

Conforme já referido o candidato não teve acesso aos laudos e protocolos conclusivos da sua eliminação   mesmo após requerimento formal perante a banca  protocolo que junta em anexo . Apesar da entrevista devolutiva o Autor não teve como verificar se o laudo conclusivo foi de fato resultado dos testes realizados   perdendo com isso a única oportunidade de fiscalizar o ato bem como recorrer da decisão afinal não sabia  contra o que  iria recorrer! E somente a intervenção do Poder Judiciário pode ajustar a inconsistência do ato administrativo em tela que lesou de uma só vez preceitos basilares da Administração Pública quais sejam Princípio do devido processo legal Princípio da motivação e Princípio da publicidade. É de senso comum que todos possuem direito a um procedimento que respeite a ampla defesa e ao contraditório. São preceitos derivados do postulado do  devido processo legal trazido ao ordenamento pátrio como parte essencial das  garantias processuais   – aplicáveis também nos expedientes administrativos consoante bem explicita a doutrina de José Afonso da Silva ... O princípio do devido processo legal combinado com o direito de acesso à justiça artigo 5º XXXV o contraditório e a ampla defesa art. 5º LV fecha o ciclo das garantias processuais. Assim garante-se o processo com as formas instrumentais adequadas de forma que a prestação jurisdicional quando entregue pelo Estado dê a cada um o que é seu. Curso de direito constitucional positivo. 25. ed. rev. e atual. São Paulo Malheiros 2005. p. 431-432 Ao caso em tela justamente por  desconhecer as razões pelas quais foi desclassificado   restou ceifado do Autor do direito à ampla defesa e ao contraditório. Afinal como recorrer daquilo que se desconhece? Como contrapor por novos documentos perícias etc. algo que lhe foi omitido? Veja que o Autor sequer pode contestar a decisão administrativa pois não teve conhecimento dos motivos que levaram a sua eliminação de um concurso público afinal foram transmitidos superficialmente à Autora de forma verbal! Alguns atos especialmente pelo reflexo no na vida do administrado como ora esposado requer um mínimo de  formalidade   como delineado à doutrina de Maria Sylvia Zanella Di Pietro Na realidade a forma e a formalidade no direito administrativo são  importantes como meios de controle da Administração Pública porque se o ato não ficar documentado se ele não tiver uma forma escrita se ele não observar determinadas formalidades fica difícil o controle   tanto pelo Judiciário como pelo Tribunal de Contas ou pela própria Administração Pública. Como é que ela vai controlar aquilo que não seja documentado ? E a forma também é importante para proteção dos administrados dos direitos individuais na medida em que a forma é que vai permitir o controle.  Direito administrativo. 14.ed. São Paulo Atlas 2002 pág. 512 Entre as tantas dificuldades geradas pelo  informalismo  do ato administrativo estão justamente as encontradas pelo Autor   como recorrer de tal ato ? Como  trazer ao presente juízo um ataque correto e preciso das razões   pelas quais foi excluído das vagas? Demonstra-se inviável sem que se tenha a devida  MOTIVAÇÃO E PUBLICIDADE. E não se diga estar diante de mera faculdade da Administração Pública uma vez que o  dever de formalizar   as decisões se encontra positivado ao art. 2o § único da Lei n. 9.784/99 Art. 2 o   A Administração Pública obedecerá dentre outros aos princípios da legalidade finalidade motivação razoabilidade proporcionalidade moralidade ampla defesa contraditório segurança jurídica interesse público e eficiência. Parágrafo único. Nos processos administrativos serão observados entre outros os critérios de ... VIII –  observância das formalidades essenciais à garantia dos direitos dos administrados IX - adoção de formas simples   suficientes para propiciar adequado grau de certeza segurança e respeito aos direitos dos administrados E é exato o caso em apreço   a ausência da formalidade e publicidade afasta qualquer certeza e segurança acerca do que ocorreu nos seus testes ! Restou enfim lançado à listagem geral de candidatos reprovados mesmo que convicto que atende ao perfil almejado conforme laudo psicológico que junta em anexo não podendo tamanha injustiça perpetrar-se ao amplo arrepio da ordem jurídica vigente. Situações como esta vem sendo há longa data enfrentadas pelo Poder Judiciário vindo a firmar a jurisprudência ao sentido de defender os direitos dos administrados vejamos AGRAVO DE INSTRUMENTO. CONCURSO PÚBLICO. MUNICÍPIO DE NOVO HAMBURGO. PROFESSOR. EXAME PSICOTÉCNICO. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. SUBJETIVIDADE. PRETENSÃO À NOMEAÇÃO E POSSE NO CARGO. - A avaliação da aptidão mental tem sido realizada por meio de exames psicotécnicos os quais devem revestir-se de objetividade em seus critérios a fim de garantir-lhes legalidade e afastar eventual ofensa aos princípios da impessoalidade e da isonomia. -  O teste Psicológico a que se submeteu o candidato tem caráter subjetivo   já que não lhe foi dado a conhecer dos motivos que o levaram a ser reprovado inviabilizando até a mesmo a possibilidade de recorrer   desta decisão no âmbito administrativo violando os princípios da impessoalidade e da publicidade norteadores do concurso público . Precedentes do STJ. - Enquanto não julgada a demanda na qual o agravante pleiteia a anulação do exame psicotécnico em que considerado inapto permanece válido o resultado do laudo razão pela qual não há vingar pretensão à nomeação e posse no cargo de professor. NEGARAM PROVIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO. Agravo de Instrumento Nº 70022887525 Terceira Câmara Cível Tribunal de Justiça do RS Relator Matilde Chabar Maia Julgado em 20/03/2008 Apelação Cível e Remessa Necessária em Mandado de Segurança. Concurso público para provimento do cargo de guarda municipal. Candidato não recomendado por força de exame psicotécnico. ... Reprovação do impetrante. Sabe-se que a capacidade psicológica do candidato é de suma relevância para o cargo pretendido entretanto  a Administração não tornou pública a motivação do ato que determinou a inaptidão do mesmo   impossibilitando o acesso aos critérios utilizados para a aferição de sua capacidade psicológica .  Violação ao principio da impessoalidade e publicidade.  É direito constitucional do administrado conhecer os motivos pelos quais a Administração adota determinada conduta e por outro lado dever desta fundamentar as suas decisões sob pena de nulidade.   Recurso não provido. Sentença mantida. ACÓRDÃO TJ-BA - APL 01136702320088050001 BA 0113670-23.2008.8.05.0001 Relator José Cícero Landin Neto Data de Julgamento 06/11/2012 Quinta Câmara Cível Data de Publicação 29/11/2012 APELAÇÃO CÍVEL.  CONCURSO  PÚBLICO . INSPETOR DE POLÍCIA. AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA. AUSÊNCIA DE  MOTIVAÇÃO . NULIDADE DO ATO ADMINISTRATIVO. PERÍCIA REALIZADA PELO DEPARTAMENTO MÉDICO JUDICIÁRIO. APTIDÃO RECONHECIDA EM LAUDO JUDICIAL. 1. Admite-se a legitimidade da realização de exame psicotécnico com caráter eliminatório como requisito para a investidura no cargo  público . Necessário que além da previsão legal e da utilização de critérios objetivos   sejam explicitados os motivos da conclusão do exame a fim de garantir ao candidato o exercício do contraditório e da ampla defesa corolários do devido processo legal administrativo inciso LV do art. 5º da Constituição Federal . 2. Ausente  motivação   na avaliação psicológica que considerou inapta a candidata deve ser declarada sua nulidade em face da teoria dos motivos determinantes. Reconhecida a anulação do teste na esfera administrativa deve ser possibilitada a realização de novo exame no âmbito judicial a fim de que possa exercer o direito de defesa em sua plenitude.   3. ... . 4. Ausência de violação do princípio da isonomia no caso concreto que não deve servir de empecilho para o exercício do direito de defesa da candidata. NEGARAM PROVIMENTO À APELAÇÃO. Apelação Cível Nº 70050464403 Terceira Câmara Cível Tribunal de Justiça do RS Relator Matilde Chabar Maia Julgado em 29/08/2013 A publicidade dos laudos vem a responder vasta previsão legal que ampara o direito da Autora CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 5º. Inciso XXXIII. “ Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular   ou de interesse coletivo ou geral que serão prestadas no prazo da lei sob pena de responsabilidade ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado da Constituição Federal da República” CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 37 “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União dos Estados do DF e dos municípios obedecerá aos princípios de legalidade impessoalidade moralidade   publicidade   e eficiência”. CÓDIGO DE ÉTICA DOS PSICÓLOGOS Art. 1º–  São deveres fundamentais dos psicólogos f Fornecer a quem de direito na prestação de serviços psicológicos informações concernentes ao trabalho a ser realizado e ao seu objetivo profissional g Informar a quem de direito os resultados decorrentes da prestação de serviços psicológicos transmitindo somente o que for necessário para a tomada de decisões que afetem o usuário ou beneficiário h Orientar a quem de direito sobre os encaminhamentos apropriados a partir da prestação de serviços psicológicos e  fornecer sempre que solicitado os documentos pertinentes ao bom termo do trabalho 17 E outro desfecho não pode ter o caso em tela a não ser a imediata determinação da disponibilização dos testes protocolos e laudos conclusivos ao resultado publicado   sob pena de se ver permanentemente sufragado seu direito de tomar posse no tão almejado emprego público.

REQUERIMENTOS

ISTO POSTO requer o recebimento do presente recurso para fins de que seja reconhecida a ilegalidade dos testes aplicados determinando a submissão de novos testes. Nestes termos pede deferimento    
ATENÇÃO: Certifique-se sempre da vigência dos artigos legais referidos - a alteração de um dispositivo legal pode alterar embasamentos, suportes fáticos e prazos, podendo comprometer sua atuação.

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